Blog do Rosinaldo Luna
Este é o Blog do ator Rosinaldo Luna Neste espaço todos podem comentar, criticar e enviar mensagens. Aqui queremos desenvolver um novo modo de comunicação e divulgação de tudo que acontece na cultura do povo potiguar, portanto enviem seus comentarios e artigos que divulgaremos. Enviem suas fotos e material de divulgação que será democraticamente devulgado. Um grande abraço e sejam bem vindos.. Rosinaldo Luna
23/01/2026
Titina Medeiros e o amor pelo torrão que a pariu.
21/01/2026
🎭✨ *MANIFESTAÇÃO LIVRE DE ARTE E CARNAVAL* ✨🎭
🎭✨ *MANIFESTAÇÃO LIVRE DE ARTE E CARNAVAL* ✨🎭
No coração da Cidade Alta, a rua vira palco.
O corpo vira festa.
A arte vira liberdade.
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| Foto: Divulgacao |
🎉 *Saudades (Z)é*
Uma apresentação gratuita, espontânea e popular, que nasce do espírito livre do carnaval — esse tempo em que a cidade se permite brincar, lembrar, sentir e ocupar os espaços com alegria.
Não é show fechado.
Não é palco distante.
É manifestação viva, feita de encontro, de rua, de gente.
📍*Largo do SESC Cidade Alta*
📅 *22 de janeiro de 2025*
⏰ *16h*
🎭 *Antes da Prévia de Carnaval do SESC*
Venha viver esse momento.
Chegue cedo.
Traga seu corpo, sua curiosidade, bote uma figura e venha com vontade de brincar.
👉 Compartilhe, chame os amigos e venha fazer parte.
Porque carnaval também é *liberdade do espírito e expressão popular.* 🎶🔥
Comitê Estadual de Cultura do RN promove atividades sobre políticas públicas e carnaval
Comitê Estadual de Cultura do RN promove atividades sobre políticas públicas e carnaval
By Cecília Oliveira
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| Foto: Comitê Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte |
_Dia 24 ocorre a roda de conversa sobre a Festa de Yemanjá como Patrimônio Cultural de Natal e dia 25 sobre o fortalecimento do carnaval de rua._
O Comitê de Cultura do Rio Grande do Norte realiza, neste final de semana, duas atividades voltadas ao debate e ao fortalecimento das políticas públicas culturais e do carnaval de rua. As ações são direcionadas a artistas, agentes culturais, produtores e fazedores de cultura, ampliando espaços de diálogo, participação social e valorização das manifestações culturais populares.
Formado por representantes da sociedade civil, o Comitê de Cultura do RN é uma instância consultiva e propositiva do Programa Nacional dos Comitês de Cultura, iniciativa do Ministério da Cultura que estimula a participação cidadã na formulação, no acompanhamento e no fortalecimento das políticas culturais em todo o país.
“As atividades realizadas pelo Comitê Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte neste fim de semana são fundamentais para reafirmar que cultura é direito e também política pública. Quando propomos uma roda de conversa sobre a Festa de Yemanjá como patrimônio cultural de Natal, estamos falando de território, religiosidade de matriz africana, memória viva e permanência. Da mesma forma, ao debater o carnaval de rua, reconhecemos o folião como protagonista e colocamos em pauta questões como financiamento, organização e sustentabilidade da festa.São espaços de escuta, troca e construção coletiva, que fortalecem artistas, grupos e comunidades, além de contribuir para a reflexão sobre políticas públicas continuadas, capazes de garantir reconhecimento, estrutura e futuro às manifestações culturais populares do nosso estado”, declara Felipe Nunis, coordenador metodológico do Comitê Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte.
Patrimônio cultural
A roda de conversa “Batuque, Território e Políticas Públicas: a Festa de Yemanjá como Patrimônio Cultural de Natal” será realizada no dia 24 de janeiro, no Tecesol, das 14h às 15h30, seguida de ensaio com a Nação Zamberacatu, das 15h30 às 17h30. A atividade integra uma programação voltada ao diálogo entre cultura popular, religiosidade de matriz africana e políticas públicas culturais, tendo como ponto de partida a experiência da Festa de Yemanjá, realizada há 14 anos na cidade do Natal.
O encontro tem como objetivo promover reflexões sobre a Festa de Yemanjá enquanto manifestação cultural viva, marcada pela ocupação simbólica do território, pela afirmação da diversidade religiosa e pelo exercício do direito à cultura. A proposta também busca evidenciar os impactos sociais, culturais, econômicos e educativos dessa celebração, além de debater os desafios enfrentados por grupos e comunidades tradicionais na realização de eventos populares, ressaltando a importância de políticas públicas permanentes que garantam reconhecimento, estrutura, financiamento e continuidade dessas expressões culturais.
Participam da roda de conversa Oyá Iyalê, Mestra da Nação Zamberacatu; Babá Adolfo, liderança religiosa; Felipe Nunis, representante do Comitê de Cultura do RN; e Renato Santos, que contribuem a partir de suas experiências nos campos da cultura, da gestão e da participação social.
Carnaval de rua
No dia 25 de janeiro (domingo), será realizado o Círculo de Cultura “O Carnaval Quem é Faz é o Folião – Políticas Públicas para o fortalecimento do Carnaval de Rua”. O encontro se propõe como um espaço de diálogo, reflexão e celebração da cultura popular, reconhecendo o folião como protagonista do carnaval de rua e destacando o papel das políticas públicas na valorização, preservação e expansão dessa manifestação cultural.
A programação tem início às 17h, com um bate-papo aberto ao público, reunindo artistas, produtores culturais, pesquisadores e foliões para discutir desafios, conquistas e perspectivas do carnaval de rua, além de estratégias relacionadas ao apoio institucional, financiamento, organização e sustentabilidade da festa. O objetivo é estimular a participação social e a construção coletiva de propostas para o fortalecimento do carnaval enquanto expressão cultural, social e política.
Às 19h, o evento segue com apresentação musical de Skarimbó e Orquestra Greiosa, trazendo ao público a energia, a diversidade sonora e a alegria que marcam o espírito do carnaval de rua. O Círculo de Cultura é realizado em parceria com o Combo Cultural DoSol, fortalecendo redes de colaboração e reafirmando o compromisso com a promoção da cultura popular, o acesso democrático à arte e a ocupação criativa dos espaços urbanos.
O Comitê de Cultura do RN é coordenado pelo Grupo Facetas, Casarão da Poesia e Companhia Cultural Ciranduís, por meio do Programa Nacional dos Comitês de Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.
SERVIÇO
Atividades do Comitê Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte
Público-alvo: Artistas, agentes culturais, produtores e fazedores de cultura
1. Roda de Conversa – Patrimônio Cultural
Tema: Batuque, Território e Políticas Públicas: a Festa de Yemanjá como Patrimônio Cultural de Natal
Data: 24 de janeiro
Horário:
– Roda de conversa: 14h às 15h30
– Ensaio com a Nação Zamberacatu: 15h30 às 17h30
Local: Tecesol
Participações:
– Oyá Iyalê (Mestra da Nação Zamberacatu)
– Babá Adolfo (liderança religiosa)
– Felipe Nunis (Comitê de Cultura do RN)
– Renato Santos
2. Círculo de Cultura – Carnaval de Rua
Tema: O Carnaval Quem é Faz é o Folião – Políticas Públicas para o fortalecimento do Carnaval de Rua
Data: 25 de janeiro (domingo)
Horário:
– Bate-papo: 17h
– Apresentação musical: 19h
Atração musical: Skarimbó e Orquestra Greiosa
Mutirão Teimoso reúne cultura urbana, ativismo e ação solidária na Pista de Skate da Praia
Mutirão Teimoso reúne cultura urbana, ativismo e ação solidária na Pista de Skate da Praia
No próximo dia 24 de janeiro, a Pista de Skate da Praia, localizada em frente à Brasília Teimosa, será ocupada pelo Mutirão Teimoso, uma ação cultural coletiva que reúne diferentes expressões da cultura urbana com foco no ativismo, autonomia e fortalecimento comunitário.
Com programação gratuita e aberta ao público, o evento promove atividades que transitam entre arte, esporte, formação e diálogo, consolidando o espaço público como território de convivência, criação e resistência cultural.
Ao longo do dia, o público poderá acompanhar e participar de intervenções de graffiti e pixo, cypher de breaking, batalha de slam, batalha de rima, além de oficinas abertas de skate e patins street, incluindo uma oficina exclusiva de skate voltada para mulheres. Um dos princípios do mutirão é o respeito às artes já existentes na pista, reforçando o cuidado com a memória e identidade do local.
A programação também inclui uma Roda de Conversa com o tema “Ativismo e Autonomia da Cultura Urbana”, que propõe refletir sobre os desafios, estratégias de organização e o papel dos coletivos culturais na ocupação consciente e política dos espaços urbanos.
Além das ações culturais, o Mutirão Teimoso possui um caráter solidário. Durante toda a atividade, serão arrecadados alimentos não perecíveis, que serão destinados à Ocupação de Mulheres Anatália de Souza, fortalecendo redes de apoio e cuidado entre cultura e luta social.
Programação
7h30 – Café coletivo
8h – Limpeza da pista
8h – Intervenções de graffiti
9h – Oficina de skate (aberta ao público)
11h – Almoço (feijoada)
15h – Oficina de patins street
15h – Oficina de skate para mulheres
15h30 – Cypher breaking
17h – Roda de Conversa: Ativismo e Autonomia da Cultura Urbana
18h – Batalha de slam
19h – Batalha de rima
Serviço
📍 Local: Pista de Skate da Praia – em frente à Brasília Teimosa
📅 Data: 24 de janeiro
🎟️ Entrada: Gratuita
🤝 Doação: Alimentos não perecíveis
Sobre o Mutirão Teimoso
O Mutirão Teimoso é uma ação coletiva que articula diferentes agentes da cultura urbana com o objetivo de fortalecer a autonomia, o ativismo cultural e a ocupação consciente dos espaços públicos, promovendo integração comunitária, formação e solidariedade.
25/11/2025
Oficina gratuita de xilogravura
Oficina gratuita de xilogravura
A Caravana Cultural convida você para a Oficina Inicial de Xilogravura com o professor e artista plástico, coordenador da Oficina Rossini Perez e membro da Casa do Cordel, Erick Lima.
Neste workshop, você vai dar os primeiros passos na técnica milenar da xilogravura, entalhando a madeira e criando suas próprias impressões. É uma experiência única para soltar a criatividade e descobrir uma nova forma de expressão.
Tudo gratuito e com material incluso! 🎨
OFICINA INICIAL DE XILOGRAVURA
Professor:Erick Lima
Data:29 de Novembro (Sábado)
Horário:10h
Local:Pinacoteca do Estado / Palácio Potengi
IMPORTANTE:
✅Vagas: Apenas 15, por ordem de inscrição!
✅Idade: A partir de 16 anos.
✅Material: Todo fornecido pela equipe.
✅Gratuito!
Garanta seu lugar! As inscrições são limitadíssimas.
Inscrições pela DM @bodegadaxilo
#CaravanaCultural #OficinaGratuita #Xilogravura #ErickLima #ArtePopular #PatrimonioCultural #NatalRN #CulturaPotiguar #cukturapopular
https://www.instagram.com/p/DRfIluKDqpl/?igsh=eWxwdXhic21ueXhq
23/11/2025
Festival conecta arte e sustentabilidade em Nata
*Festival conecta arte e sustentabilidade em Natal*
_SONORIZA – Sons que Conectam o Mundo será realizado no dia 06 de dezembro na Pinacoteca Potiguar com entrada gratuita._
By Cecília Oliveira
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| Foto: Elisa Elise |
A música como linguagem universal é capaz de atravessar fronteiras, unir culturas e transformar pessoas. Com esse propósito nasce o SONORIZA – Sons que Conectam o Mundo, festival inédito no Rio Grande do Norte que integra arte, sustentabilidade e engajamento social. O evento será realizado no dia 6 de dezembro, na Pinacoteca Potiguar, em Natal.
A programação valoriza as raízes culturais do estado e inclui apresentações de grupos tradicionais, como o lendário Pau e Lata, que transforma resíduos em instrumentos musicais, e o Congos de Combate, manifestação reconhecida como patrimônio imaterial do RN e originária de São Gonçalo do Amarante.
Idealizador do festival, o produtor cultural Júnior Limeira destaca que o SONORIZA surge da necessidade de ampliar o debate ambiental. “No ano da COP30 no Brasil, entendemos a importância de trazer para dentro de um festival musical temas urgentes relacionados ao aquecimento global. Vamos discutir o descarte têxtil, um dos grandes vilões ambientais, em parceria com a Arara Social, que trabalha a reutilização de materiais com cooperativas de costura. Também abordaremos o lixo eletrônico e promoveremos a reciclagem dos resíduos gerados pelo próprio evento, tudo isso valorizando a cultura potiguar e o trabalho de mulheres artistas: negras, indígenas e independentes”, afirma.
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| Foto divulgação |
Com entrada gratuita mediante doação de uma peça de roupa para reuso e/ou resíduo eletrônico, o SONORIZA reunirá nomes de destaque da música potiguar, com sonoridades que passam pelo pop rock, MPB, ritmos urbanos e batuques ancestrais.
O festival reforça o compromisso de unir reflexão ambiental, diversidade artística e protagonismo feminino, consolidando-se como uma nova plataforma de sustentabilidade na cena cultural potiguar.
“SONORIZA – Sons que Conectam o Mundo” é uma realização da Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, através da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.
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SERVIÇO
SONORIZA – Sons que Conectam o Mundo
Local: Pinacoteca Potiguar – Natal/RN
Data: 6 de dezembro
Horário: A partir das 16h
Entrada: Gratuita mediante doação de peça de roupa para reuso e/ou resíduo eletrônico
Mais informações: @sonoriza.festival
Foto da Pinacoteca: Elisa Elsie
10/11/2025
Jornada Literária Mariquinha Maricota leva leitura, arte e inclusão às escolas do Cariri
*Jornada Literária Mariquinha Maricota leva leitura, arte e inclusão às escolas do Cariri*
By: Felipe Muniz Palhano
_*Idealizado por Luciano Lopes, o projeto distribuirá mil livros e promoverá espetáculos e oficinas com apoio do Governo do Ceará, através do 4º Edital Cultura Infância*_
A região do Cariri se prepara para viver uma grande celebração da literatura, da arte e da educação. Entre os dias 17 e 21 de novembro, alunos de escolas públicas das cidades de Crato e Juazeiro do Norte receberão a Jornada Literária Mariquinha Maricota: Histórias que Educam e Inspiram, projeto idealizado pelo artista, escritor, humorista e produtor Luciano Lopes, reconhecido por sua trajetória dedicada à valorização da cultura popular nordestina e à formação de novos leitores.
Mais do que uma ação literária, a Jornada é um gesto de afeto e pertencimento. O projeto vai distribuir exemplares do livro Mariquinha Maricota, publicado pela Editora Demócrito Rocha, e promover espetáculos teatrais, contações de histórias, oficinas pedagógicas e rodas de conversa com o autor, envolvendo estudantes, professores e comunidades locais em uma experiência educativa e sensível. Todas as atividades contam com Libras, audiodescrição e espaços adaptados, reforçando o compromisso com a inclusão cultural e o acesso pleno à arte.
Entre as atividades formativas, destaca-se a Oficina “O Teatro de Bonecos na Contação de História como Recurso Pedagógico”, que será realizada no Espaço Varandas das Artes, de 17 a 21 de novembro, das 18h às 21h30. A ação tem como objetivo aproximar educadores e artistas das possibilidades criativas do teatro de bonecos como instrumento lúdico e didático, incentivando o uso da arte como ferramenta de ensino e imaginação dentro das escolas.
Inspirada nas tradições orais e na força simbólica do sertão, a narrativa de Mariquinha Maricota apresenta a história de uma jovem corajosa e sonhadora que vive um amor encantado com Zé Fulô. Juntos, eles enfrentam o temido João Cravo Amarelado do Olho de Peixe, que tenta conquistar o coração da protagonista e ameaça a harmonia do sertão. A trama é permeada por elementos do folclore brasileiro, como a Caipora e o Boi-Bumbá, que se unem aos heróis na busca pela Fonte da Vida, metáfora da esperança, da persistência e da capacidade de transformar a realidade através do amor e da solidariedade.
Para Luciano Lopes, a Jornada Literária é mais do que um circuito de apresentações: é um projeto de vida. Ele acredita que a literatura infantil tem um poder formador que ultrapassa os muros da escola. “A literatura infantil é um instrumento de transformação. Quando uma criança se vê nas histórias, ela entende que faz parte de um mundo maior, cheio de possibilidades”, reflete o artista. Para ele, Mariquinha Maricota é uma história sobre amor, coragem e pertencimento, mas também um convite para que o sertão floresça dentro de cada leitor.
Com uma carreira marcada pela criação de personagens que valorizam o humor e a cultura popular, Luciano leva para a Jornada a mesma sensibilidade que sempre norteou sua trajetória nos palcos e nos projetos culturais. O artista afirma que o Cariri, com sua riqueza de mitos, religiosidade e tradição, sempre foi fonte de inspiração e aprendizado. “O Cariri é berço de histórias e talentos. Essa jornada é uma maneira de agradecer, levando arte, leitura e sensibilidade para dentro das escolas. A cultura é o caminho mais bonito para educar e transformar vidas”, diz.
A Jornada Literária Mariquinha Maricota foi contemplada pelo 4º Edital Cultura Infância – Política Nacional Aldir Blanc (Secult Ceará 2024), um dos mais importantes mecanismos de incentivo cultural do Estado. Através dele, artistas e produtores têm garantido o fortalecimento de iniciativas voltadas à infância, à formação de público e à difusão de valores culturais. Segundo Luciano, o apoio do Governo do Ceará é fundamental para que a cultura chegue aos lugares onde ela é mais transformadora: as escolas e comunidades.
Com um público estimado em cinco mil participantes, entre alunos, professores e familiares, o projeto busca não apenas incentivar a leitura, mas também estimular a imaginação, o senso crítico e o reconhecimento da identidade local. Ao unir literatura e teatro, o projeto transforma o espaço escolar em um ambiente de encontro e criação, onde o aprendizado se mistura à poesia e à ludicidade.
Mais do que uma ação pontual, a Jornada pretende deixar um legado. Os livros que permanecerão nas escolas e as vivências compartilhadas entre alunos e artistas formam uma memória cultural coletiva — uma semente de continuidade, para que a arte siga florescendo no cotidiano das comunidades. A cada parada, o projeto renova o compromisso de Luciano Lopes com a formação de novos leitores e o fortalecimento da cultura nordestina.
SERVIÇO
Projeto: Jornada Literária Mariquinha Maricota – Histórias que Educam e Inspiram
Idealização: Luciano Lopes
Livro: Mariquinha Maricota – Editora Demócrito Rocha
Apoio: Governo do Estado do Ceará, por meio do 4º Edital Cultura Infância – Política Nacional Aldir Blanc (Secult Ceará 2024)
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e espaços adaptados
Público beneficiado: mais de 1.500 estudantes, professores e famílias do Cariri
Entrada: gratuita
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
17 de novembro (domingo)
8h30 – EMEI Helena Vieira dos Santos – Juazeiro do Norte
14h – Escola 18 de Maio – Crato
16h – Escola Maria Yara de Brito Gonçalves (CAIC) – Crato
18h às 21h30 – Oficina “O Teatro de Bonecos na Contação de História como Recurso Pedagógico” – Espaço Varandas das Artes
18 de novembro (segunda-feira)
10h – Escola São Francisco – Crato
14h – Escola São Francisco – Crato
18h às 21h30 – Oficina “O Teatro de Bonecos na Contação de História como Recurso Pedagógico” – Espaço Varandas das Artes
19 de novembro (terça-feira)
10h – Escola Sebastião Teixeira – Juazeiro do Norte
14h – EEFTI Lili Neri – Juazeiro do Norte
18h às 21h30 – Oficina “O Teatro de Bonecos na Contação de História como Recurso Pedagógico” – Espaço Varandas das Artes
20 de novembro (quarta-feira)
8h às 12h – Oficina de Contação de Histórias – Espaço Varanda das Artes
14h às 18h – Oficina de Contação de Histórias – Espaço Varanda das Artes
18h às 21h30 – Oficina “O Teatro de Bonecos na Contação de História como Recurso Pedagógico” – Espaço Varandas das Artes
21 de novembro (quinta-feira)
8h – Escola Professor José do Vale – Crato
10h – EEF Aldegundes Gomes de Mato – Crato
14h – EEF Aldegundes Gomes de Mato – Crato
18h às 21h30 – Oficina “O Teatro de Bonecos na Contação de História como Recurso Pedagógico” – Espaço Varandas das Artes
Assessoria de Imprensa
UPGRADE COMUNICAÇÃO
Graciela Binaghi: (11) 99174-4484
Felipe Palhano: (85) 99760-7527
Israel Oliveira: (85) 99214-7789
E-mail: upgrade.assessoriaemarketing@gmail.com
3º Ato celebra a força feminina nas artes
*3º Ato celebra a força feminina nas artes*
_Projeto celebra a potência de artistas idosas potiguares unindo teatro e música. A programação é gratuita._
Enviado por Cecília Oliveira.
O Teatro Alberto Maranhão recebe, no dia 11 de novembro, o projeto 3º Ato – Mulheres Envelhecentes nas Artes, uma ação sociocultural que celebra a potência de artistas idosas potiguares. A programação é gratuita, com início às 18h, e conta com acessibilidade em Libras.
A iniciativa é protagonizada pelas atrizes do Grupo de Teatro Boca de Cena e pela cantora Dodora Cardoso, que abre a noite com um show boêmio acompanhado pelos músicos Wallysson Santos e Flávio Kioto. Em seguida, às 19h30, o grupo apresenta o espetáculo “Bar Mistérios”, comédia escrita em 2019 por Thayanne Percilla e Rubinho Rodrigues, diretores do coletivo. A peça estreou no Teatro de Cultura Popular no mesmo ano, ganhou versão virtual em 2021 e retorna agora aos palcos.
"É muito bom saber que as pessoas se importam com a cultura na terceira idade, levando esse trabalho onde os idosos estão e ao mesmo tempo também arrecadando alimentos e materiais de higiene pessoal para as instituições que os acolhe, beneficiando a todos.
Esse projeto é importante porque reforça nossa missão de estimular as pessoas a envelhecerem fazendo o que amam, porque só assim viver vai valer a pena", declara Veka Sales, atriz e integrante do grupo.
Na trama, Mirtes, dona do Bar Mistérios, narra as memórias de seu amado estabelecimento, que enfrenta dificuldades financeiras e ameaça fechar as portas. Entre risadas, bebidas, lembranças e muito brega, ela e suas funcionárias decidem organizar um último evento para tentar salvar o bar. O desafio? Enfrentar Dona Socorro, a vizinha encrenqueira.
Além de promover arte e reflexão sobre o envelhecimento nas artes cênicas, o projeto tem caráter solidário: o público é convidado a doar alimentos e itens de higiene, que serão destinados a instituições filantrópicas de apoio a idosos, como o Instituto Juvino Barreto (Natal) e o Lar Espírita Alvorada Nova – LEAN (Parnamirim).
O 3º Ato – Mulheres Envelhecentes nas Artes é uma realização do Grupo de Teatro Boca de Cena e GODIVA Produções, com apoio da Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura e Governo do Rio Grande do Norte, e realização do Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc, Ministério da Cultura e Governo Federal.
Serviço
3º Ato – Mulheres Envelhecentes nas Artes
📅 Dia: 11 de novembro (terça-feira)
⏰ Horário: a partir das 18h
📍 Local: Teatro Alberto Maranhão
🎟️ Ingressos gratuitos: [Sympla](https://www.sympla.com.br/evento/3-ato---mulheres-envelhecentes-nas-artes/3162063)
⚠️ Classificação indicativa: 10 anos
📞 Mais informações: (84) 98192-5834
Ficha Técnica
Realização: Grupo de Teatro Boca de Cena
Produção: GODIVA Produções
Produção de Mídias: MARIABOA Produtora
Assessoria de Imprensa: Cecí Comunica
Acessibilidade: Dialógica Acessibilidade
Coordenação de Acessibilidade: Kely Araújo
Acessibilidade em Libras: Jéssica Andrade e Samara Julia
Designer Gráfico: Rubinho Rodrigues
Show Musical
Cantora: Dodora Cardoso
Músicos: Wallysson Santos e Flávio Kioto
Espetáculo “Bar Mistérios”
Direção e Dramaturgia: Rubinho Rodrigues e Thayanne Percilla
Cenário e Figurino: Rubinho Rodrigues, Thayanne Percilla e Grupo de Teatro Boca de Cena
Maquiagem: Grupo de Teatro Boca de Cena
Iluminação e Sonoplastia: Rubinho Rodrigues e Thayanne Percilla
13/10/2025
*Jornalista Wender Gomes é indicado como Melhor Apresentador de Videocast em premiação internacional*
*Jornalista Wender Gomes é indicado como Melhor Apresentador de Videocast em premiação internacional*
_Como única produção gravada fora do eixo Rio-São Paulo, Pracinhacast concorre com nomes como Fernanda Paes Leme_
By Wendel Gomes.
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| Foto de Divulgação |
O jornalista e comunicador potiguar Wender Gomes, natural de Canguaretama/RN, foi indicado ao prêmio de Melhor Apresentador de Videocast no Rio WebFest 2025, um dos maiores festivais de conteúdo digital do mundo, com reconhecimento internacional. A premiação reúne produções de mais de 20 países e celebra criadores e projetos que inovam na linguagem audiovisual e fortalecem a diversidade de narrativas. A indicação é fruto do trabalho à frente do PracinhaCast, videocast potiguar também indicado na categoria Melhor Videocast.
Concorrem ao mesmo prêmio as apresentadoras Fernanda Paes Leme, do videocast Grande Surto (SP), e Giovana Fagundes, do DR – Discutindo Relações (RJ), nomes já consolidados no cenário nacional. Entre os dez indicados ao Prêmio de Melhor Apresentador(a) em Videocast, nove produções são do Sudeste, tendo o Rio Grande do Norte como o único representante fora do eixo Rio–São Paulo.
O projeto se destaca como uma proposta pioneira no país ao unir a cultura das praças públicas a um formato contemporâneo de videocast, rompendo com os estúdios fechados e levando o podcast diretamente para o território, ao ar livre, onde a vida pulsa. “As praças sempre foram lugar de conexão e muito afeto, lugar de contar e ouvir boas histórias. Temos lindas histórias no nosso Rio Grande do Norte e precisamos valorizar essas vozes. Receber esse reconhecimento internacional já é um prêmio”, afirma Wender Gomes.
O PracinhaCast transforma espaços urbanos em ambientes de escuta, afeto e partilha. A cada episódio, artistas, educadores e fazedores da cultura popular potiguar, pertencentes aos bairros de cada praça, compartilham suas vivências e memórias.
Idealizado e apresentado por Wender Gomes, o videocast tem direção do premiado ator José Neto Barbosa, sendo uma realização da POSS Comunicação e Cultura, em parceria com a FCD Filmes. A primeira temporada foi produzida com apoio institucional das prefeituras de Natal e Parnamirim, além do Ministério da Cultura.
Os episódios estão disponíveis nas plataformas de áudio e no canal YouTube.com/poss.youtube. A cerimônia do Rio WebFest 2025 acontece em novembro, no Rio de Janeiro, reunindo criadores do Brasil e de diversos países, e reafirma a força das produções independentes e regionais no cenário global do audiovisual digital.
04/10/2025
Coletivo CIDA (RN) apresenta espetáculo na Bienal Sesc de Dança
Coletivo CIDA (RN) apresenta espetáculo na Bienal Sesc de Dança
O coletivo artístico potiguar vai apresentar o espetáculo “Reino dos Bichos e dos Animais, Esse é o Meu Nome” em Campinas e São Paulo.
Por Cecília Oliveira
| Fotos: Renato Mangolin |
O Coletivo CIDA (RN) apresenta o espetáculo
Reino dos Bichos e dos Animais, Esse é o Meu Nome na Bienal Sesc de Dança, em Campinas, nos dias 4 e 5 de outubro, e também na extensão da Bienal, em São Paulo, nos dias 9 e 10 de outubro. Com acessibilidade em LIBRAS e audiodescrição, o espetáculo propõe uma experiência cênica que acolhe a diversidade de corpos, modos de existir e linguagens híbridas entre dança e teatro.
A obra, contemplada pela primeira edição do Prêmio Sesc de Artes Cênicas, é a segunda parte da Trilogia em Dança-Tragédia, criada pelo coreógrafo René Loui com interlocução dramatúrgica de Jussara Belchior.
O espetáculo se constrói a partir de um gesto de escuta e evocação de Stella do Patrocínio (1941-1992), poeta negra que viveu por quase três décadas em um manicômio. Suas poesias revelam as agruras de um corpo preto em cárcere, e são essas palavras que permeiam a montagem, segunda obra da Trilogia em Dança-Tragédia, criada pelo Coletivo CIDA.
A peça propõe uma discussão sobre o que pode – ou não – ser considerado dança ou teatro, além de questionar a estigmatização, a desumanização, o extermínio e a invisibilidade de diversos grupos sociais historicamente marginalizados. O falatório de Stella se entrelaça à presença dos corpos em cena, produzindo um campo de fricção entre linguagem e impossibilidade, identidade e alteridade. Numa tentativa de dizer com Stella, e não por ela, a palavra se arrasta, tropeça, se esvai; e o corpo dança como quem recusa a domesticação.
O elenco é formado por Ana Cláudia Viana, Jânia Santos, Marconi Araujo, Pablo Vieira, René Loui e Rozeane Oliveira, artistas reconhecidos na cena das artes cênicas do Rio Grande do Norte.
O convite
O convite para a Bienal surgiu após uma circulação estratégica realizada pelo grupo em agosto de 2024, passando por importantes espaços culturais de São Paulo e Minas Gerais, como o Sesc Santo Amaro (SP), o Cine Theatro Central de Juiz de Fora (MG) e a abertura da Mostra Internacional de Dança de São Paulo (MIDsp), no Itaú Cultural, com o espetáculo “Corpos Turvos”. A circulação foi viabilizada com recursos da PNAB RN.
A presença nesses palcos ampliou a visibilidade do coletivo, permitindo que críticos, curadores, programadores e gestores acompanhassem de perto as criações do grupo. Em dezembro de 2024, veio o convite oficial para integrar a Bienal Sesc de Dança. Meses depois, o Coletivo CIDA também foi convidado para a Extensão da Bienal em São Paulo, até então, voltada exclusivamente a companhias internacionais. Em 2025, essa curadoria se ampliou e passou a incluir dois grupos brasileiros: o Coletivo CIDA e o Balé Folclórico da Bahia.
Para René Loui, diretor artístico e cofundador do coletivo, a participação na Bienal carrega um sentido profundo de troca e escuta: “A expectativa é alta e tem direção. Quero encontrar artistas, obras e o povo da dança. Espero um ambiente em que ver obras, participar de ações formativas, conversar no pós-sessão e, sim, estar nas festas componha um mesmo campo de trabalho. Vou à Bienal para friccionar a minha prática e a do coletivo CIDA com novos contextos. Quero observar como cada criação se organiza no tempo, no espaço e em relação com o público. Quero desenvolver perguntas que possam me mobilizar ainda mais a partir daí.”
René também destaca a importância de um gesto curatorial que assume a acessibilidade como princípio, e não como adendo: “Nesse momento o que mais me inquieta é esse gesto curatorial que assume a acessibilidade e as diferenças como hall de entrada do evento. Minha expectativa é que isso se materialize nas experiências concretas, nos modos de receber, orientar, descrever e traduzir que não ‘explicam’ as obras, mas constituem as obras. Levo comigo uma pesquisa que venho desenvolvendo ao longo dos anos enquanto artista independente e como integrante do Coletivo CIDA. Uma pesquisa que entende a audiodescrição como partitura poética, que nasce do que a cena pede, com momentos em que a palavra é mínima, outros em que detalha, e outros em que silencia para que som, vibração e alteridades falem primeiro. Levo também LIBRAS e outras camadas sensoriais como presenças cênicas, não como adendos.”
Para Arthur, cofundador e produtor executivo do coletivo, a produção é mais do que logística: “Produção para mim também é linguagem. O que fizemos na nossa circulação em 2024 não foi só deslocamento. Foi criar condições de encontro – quem convida? Quem chega? Quem assiste? Como se documenta? Estar na Bienal confirma que esse cuidado e método podem dar suporte e estruturar a cena. Agora, queremos ampliar essa rede e seus procedimentos, entrelaçar bastidores, compartilhar protocolos e devolver ao campo das artes modos de fruição mais abertos, múltiplos e partilhados.”
Retorno aos palcos
| Fotos: Renato Mangolin |
Em suas palavras, o retorno tem um significado ainda mais profundo: “Nestes últimos dias, tenho vivido em suspensão. Como se ainda não conseguisse acreditar que o que eu mais temia – demorar a voltar aos palcos – finalmente se dissolveu. Sempre tive a certeza de que a dança permaneceria em mim, mesmo que meu corpo não fosse mais o mesmo. Hoje, habito um corpo outro. E esse reconhecimento é profundamente significativo. Ele me faz pensar, com ainda mais intensidade, sobre algo que sempre esteve na minha trajetória artística: a transformação do movimento. Trabalhar com pessoas com e sem deficiência sempre me levou a investigar como corpos diferentes podem encontrar a dança. Agora, vivendo essas limitações em mim, essa pesquisa se tornou carne, verdade, urgência.”
Rozeane finaliza dizendo: “As movimentações que eu fazia antes não acontecem mais da mesma forma. Precisam de ajustes, de cuidado, de escuta. Mas elas existem. E isso, para mim, é a maior vitória: compreender que é possível estar em cena, dançar, criar e compartilhar, independentemente da forma. Voltar aos palcos agora não é apenas retomar um trabalho: é celebrar a vida. É resistir. É transformar o que poderia ter sido apenas dor em arte. Eu estou feliz, estou em êxtase. Estou flutuando. Acho que vou passar a viagem chorando de emoção.”
Sobre a Bienal Sesc de Dança
A Bienal Sesc de Dança é um festival de referência no Brasil para a dança contemporânea, que reúne diferentes linguagens, culturas, e públicos, com uma forte vertente educativa e de diálogo social.
Serviço
Coletivo CIDA (RN) apresenta Reino dos Bichos e dos Animais, Esse é o Meu Nome
Grupo: Gênero: Dança contemporânea / Dança-tragédia
Acessibilidade: LIBRAS e audiodescrição
Campinas – Bienal Sesc de Dança
Datas: 04 e 05 de outubro (sexta e sábado)
Horário: 17h
Local: Teatro Sesc Campinas
São Paulo – Extensão da Bienal de Dança
Datas: 09 e 10 de outubro (quarta e quinta)
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc 24 de Maio
Ingressos (ambas as cidades):
Inteira: R$ 40,00
Meia-entrada: R$ 20,00
Credencial Plena Sesc: R$ 12,00
29/09/2025
O sucesso da circulação de Rosinaldo Luna com seu Insight Insano pelo RN.
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| Foto: Equipe |
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| Foto: Auriberto Bezerril |
espetáculo emocionante, como são todos os locais por onde passamos. Na platéia alunos da rede publica de ensino: municipal, estadual e estudantes do IFRN, parceiro nosso na cidade e que nos cedeu o auditório para que pudessemos apresentar nosso monólogo. Com o apoio da Sec. Municipal de Cultura e Empreendedorismo, além, do proprio IFRN e parceirtos da iniciativa privada: Alex Supermercados e Mercadinho e Panificadora Central, vivemos um momento lindo e emocionante.
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