11/04/2011

Pelo matador do Realengo

De taus mão
sujas
pesadas

De teus pensametnos sombrios e imfames
fizeste passaporte pra morte.
Arrancaste do peito de  mães impotentes
anjos precoces.
E mesmo tu
anjo soturno
sem saberes porque  cumpriste o  destino
e mergulhaste no breu da escuridão
onde ninguem te dar perdão.

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